Como registrar o comportamento do seu filho
Anotar o dia a dia parece simples até você tentar lembrar, três meses depois, com que frequência as crises aconteceram e o que ajudou. Registrar aos poucos, do jeito certo, resolve isso.
O que vale a pena anotar
Não precisa anotar tudo — precisa anotar o que a consulta e a terapia costumam pedir:
- Humor e comportamento: como foi o dia, o que mudou.
- Sono e alimentação: mudanças costumam explicar muita coisa.
- Crises: quando, quanto duraram, o que veio antes (os gatilhos) e o que ajudou a passar.
- Medicação: o que está em uso e qualquer efeito notado.
- Contexto sensorial: barulho, luz, aglomeração — o que pesou no dia.
Registrar falando, em menos de um minuto
Depois de um dia exaustivo, ninguém quer preencher formulário. No Ponte, você grava um áudio contando como foi e a IA transforma num registro estruturado — humor, sono, alimentação, eventos e o que ajudou —, pronto para você revisar e salvar. Nada entra sozinho, e o áudio é apagado assim que a transcrição termina.
Do registro ao relato da consulta
Com os dias registrados, meses viram uma página só na hora da consulta: o período, o que se repetiu e o que ajudou. Veja como preparar a consulta.
Perguntas frequentes
Preciso registrar todo dia?
Não. Registre nos dias que importam — dá para ver o que se repete mesmo sem preencher todos os dias. Quanto mais constante, mais completo fica o relato da consulta.
O áudio do registro por voz fica guardado?
Não. O áudio é apagado assim que a transcrição termina, e nunca fica guardado junto do registro.
O que escrevo vai para a inteligência artificial?
Só se você autorizar o recurso de IA. Sem esse consentimento, o diário funciona por escrito, sem enviar nada para fora.
Posso compartilhar o diário com a terapeuta?
Sim, por um link que você cria escolhendo campo a campo o que aparece e por quanto tempo vale — revogável quando quiser.
Conheça o Ponte
O app que organiza o dia a dia de crianças com autismo e TDAH — e transforma o registro numa página pronta para a consulta.