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Política de Privacidade

Última atualização: 26 de outubro de 2026

O Ponte guarda o registro do dia a dia de uma criança com TDAH e/ou autismo — o que aconteceu, o que ajudou, o laudo, o plano da escola. É informação sobre a saúde de uma criança, e das mais íntimas que existem. Esta política diz, sem rodeio, o que o app guarda, com quem isso pode ser dividido e o que você pode fazer a respeito.

O essencial, antes do detalhe

  • Quem cria a conta, autoriza e opera o Ponte é o adulto responsável pela criança. A criança não tem cadastro nem senha.
  • São seis autorizações separadas, cada uma com finalidade declarada, cada uma revogável a qualquer momento nas Configurações.
  • Nada chega a terapeuta ou escola sozinho. Chega por um link que você cria, escolhendo campo a campo o que aparece, por quanto tempo vale e quantas aberturas ele aceita — ou por um arquivo que você mesmo gera e envia, como o PDF do resumo da consulta.
  • Revogar derruba os links que dependiam daquela autorização — e as páginas param de abrir na hora, mesmo que o link já esteja com outra pessoa.
  • O áudio do registro por voz é apagado assim que a transcrição termina — e, se o envio for interrompido no meio, em no máximo cerca de duas horas. Ele nunca fica guardado junto do registro.
  • Se você autorizar a IA, parte do que você escreve é processada nos Estados Unidos. A seção 6 diz exatamente o quê, e para quem.
  • Você exporta tudo num arquivo, ou apaga a conta inteira, pela própria tela do app.
  • Não há SDK de publicidade no aplicativo, e não vendemos dados. O app mede quais telas são abertas e, a partir da versão 1.35.5, seis marcos de uso, sem conteúdo nenhum — sem nome, sem diário, sem foto, sem voz, sem nada que a família escreva. Dá para desligar em Configurações › Privacidade e consentimentos, e o site mede acesso separadamente: a seção 11 explica as duas.

1. Quem responde por estes dados

O Ponte é desenvolvido e operado de forma independente, no Brasil, e é o controlador dos dados descritos aqui, nos termos da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018).

Para qualquer assunto desta política — uma dúvida, um pedido de acesso, de correção ou de exclusão, uma reclamação —, escreva para oi@ponteapp.com.br. Respondemos em até 15 dias.

Encarregado pelo tratamento de dados (art. 41 da LGPD)

A lei exige que o controlador indique um encarregado — a pessoa que recebe as reclamações e comunicações dos titulares e da ANPD, presta os esclarecimentos e providencia o que for pedido — e que divulgue publicamente esse contato. É o que esta seção faz.

O Ponte é operado por uma pessoa só, e a função de encarregado é exercida por quem responde pela operação do Ponte. O canal é oi@ponteapp.com.br — o mesmo endereço do parágrafo acima, e isso é de propósito: um segundo endereço que ninguém lê seria pior para você do que um só que é lido todo dia.

Escreva para lá tanto para exercer um direito seu quanto para questionar a forma como tratamos os dados, e diga que o assunto é para o encarregado. Se um dia essa função passar a ser exercida por uma pessoa ou empresa diferente de quem opera o Ponte, o nome aparece aqui.

2. Sobre quem são os dados, e quem autoriza

Quase tudo que o Ponte guarda é sobre uma criança. Quem cria a conta, aceita esta política, dá cada autorização e opera o app é o adulto responsável por ela.

A criança não faz cadastro, não tem senha e não tem conta própria. Quando ela usa o Ponte, é numa tela sem login, aberta pelo responsável no aparelho dela.

Se você não é o responsável legal pela criança, não use o Ponte para registrar dados sobre ela.

Uma escolha nossa que vale dizer: o perfil de apoio tem um campo perguntando se a criança concordou em construí-lo. Não é obrigatório e o app não bloqueia nada com base na resposta. Ele está lá porque um registro sobre alguém deveria, sempre que possível, ser feito com essa pessoa.

3. O que o Ponte guarda

Da sua conta

Da criança

O diário — dados sobre saúde

A rotina

Agenda e profissionais

Documentos — dados sobre saúde

A consulta

O cartão de quem cuida

O compartilhamento

Aparelho e pagamento

Áudio do diário, temporariamente

O que o Ponte não faz

O app não tem SDK de publicidade nem de rastreamento de terceiros: nada do que você registra é vendido, usado para anúncio ou enviado para montar um perfil seu. Dentro do aplicativo, a medição é a contagem de quais telas são abertas e, a partir da versão 1.35.5, de seis marcos de uso, sem conteúdo nenhum, descrita na seção 11 — ela não leva nada do que você escreve, e você pode desligá-la em Configurações › Privacidade e consentimentos. O site que você está lendo agora também mede acesso, e a mesma seção 11 conta como. Não vendemos os seus dados, não os usamos para publicidade e não usamos o que você escreve para treinar modelos de inteligência artificial.

4. As seis autorizações

Elas ficam em Configurações → Privacidade e consentimentos, cada uma num interruptor próprio. Ligar e desligar é decisão sua, a qualquer momento.

Desde 28 de setembro de 2026, cada vez que uma autorização é dada ou retirada, o Ponte registra quando foi e qual versão do texto dela estava valendo. Esse histórico não pode ser alterado pelo app, serve para provar o que você autorizou e quando, e é apagado junto com a conta.

1. Autorizo o registro de rotina/comportamento

Permite criar o perfil de uma criança e gravar registros no diário. É a autorização de base: sem ela o próprio banco de dados recusa a gravação — não é uma checagem só de tela, que um app modificado pudesse contornar.

Ao revogar: o app para de gravar novos registros — inclusive o “como você está hoje?” que a criança responde no aparelho dela, que some da tela. O que já está gravado continua existindo até você apagar ou excluir a conta.

2. Autorizo compartilhar com terapeuta/escola

Permite criar o link do diário para o profissional e o link do perfil de apoio, e também dar acesso a quem entra com a própria conta — terapeuta, escola ou quem cuida junto. Ela é pedida no momento em que você vai compartilhar pela primeira vez — não no cadastro —, porque compartilhar é uma decisão que fica para quando você decidir.

Ao revogar: todos os links dessas duas finalidades são revogados e as páginas param de abrir imediatamente, e todas as pessoas convidadas param de entrar — inclusive quem foi convidado como quem cuida. A cada leitura o servidor confere de novo se esta autorização ainda existe. Os convites não são apagados: se você autorizar de novo, quem já tinha aceitado volta a entrar, sem precisar de convite novo.

Escola e terapeuta também param de entrar se o plano completo não estiver ativo; quem cuida em casa continua. Nada é apagado: com o plano de volta, o acesso volta. Quem foi convidado pode acompanhar pelo app ou pelo navegador, em acesso.ponteapp.com.br, sempre com a mesma conta.

3. Autorizo atividades e recompensas para a criança

Permite a rotina visual com pontos e recompensas, e o link que abre a rotina no aparelho da criança. No app, esta autorização é dada por uma escolha explícita: marcar, no cadastro, a caixa “Autorizo guardar no Ponte a rotina, as conclusões e os pontos das crianças que eu cadastrar”, que começa desmarcada, ou tocar em “Autorizar e continuar” no pedido que aparece na primeira vez que você usa a rotina. Nunca vem pré-marcada e não vem junto com nenhuma outra. O link do segundo aparelho vale por 7 dias se você não escolher outro prazo; você pode escolher 7, 14 ou 30 dias.

Ao revogar: os links do aparelho da criança são revogados e param de abrir. Não toca nos links de terapeuta e escola: as duas famílias de link são independentes de propósito, e revogar uma autorização nunca mexe nos links da outra.

4. Autorizo gerenciar laudo, CIPTEA e PEI

Permite enviar e guardar documentos. Documentos são visíveis apenas para quem é responsável pela criança — nem os colaboradores convidados os veem, e nenhum link de compartilhamento os inclui.

Ao revogar: o app para de aceitar novos documentos. Os já enviados continuam acessíveis a você até que você os apague.

5. Autorizo enviar conteúdo para IA

(Nas versões anteriores à 1.35.5, o nome desta autorização na tela é "Autorizo enviar áudio/texto do diário para IA".)

Permite as cinco operações de inteligência artificial descritas na seção 6: sugerir passos pelo título de uma atividade, transcrever o áudio, estruturar o relato do diário, escrever a prosa do resumo da consulta e agrupar os apoios que se repetem. É também esta autorização — e só ela — que permite que esses dados saiam do Brasil.

Na tela do app, o próprio interruptor diz que o áudio e o texto do diário, os títulos de atividades, os rótulos de apoio e os números do resumo da consulta são enviados para a OpenAI e a Anthropic, nos Estados Unidos (transferência internacional), só para gerar o rascunho, as sugestões, os agrupamentos e o resumo, e que essas empresas não usam esse conteúdo para treinar modelos. É o consentimento específico para a transferência (LGPD, art. 33, VIII).

Ao revogar: as cinco operações param de acontecer, porque o servidor recusa a chamada sem esta autorização, e nada é enviado aos provedores de IA. Isso vale também para quem você convidou a cuidar da criança.

6. Autorizo mostrar a quem cuida da criança o que ela precisa saber

Permite que o Ponte mostre, a quem você escolher para cuidar da criança por algumas horas, os remédios, a alimentação, os contatos e como acalmá-la, por um link que vale só durante o período que você definir. É uma autorização própria, separada da autorização de compartilhar o diário e o perfil com terapeuta e escola (a 2). Ela é pedida quando você cria o primeiro link desse tipo; a seção 5 descreve o que a página mostra.

Ao revogar (em Configurações → Privacidade e consentimentos): qualquer link de quem cuida que esteja aberto deixa de funcionar na hora, e novos links não podem ser criados. O que já foi registrado nos turnos continua na conta da família até você excluir a criança ou a conta.

5. Compartilhamento: sempre por escolha sua

Nenhum dado da criança sai do app sozinho. Ele sai por um toque seu: quando você cria um link, ou quando gera um arquivo e escolhe para onde mandá-lo (ver "Arquivos que você gera no aparelho", no fim desta seção). O link é montado por você:

Você vê, para cada link, quantas visitas ele teve e quando foi a última. E pode revogá-lo a qualquer momento.

Uma honestidade sobre o "quem": o app registra cada visita — qual link, o que foi aberto e quando — e não guarda o endereço de IP de quem abre. Para contar as visitas a um link, o navegador de quem recebe guarda um identificador aleatório, que não diz quem é a pessoa; o Ponte guarda só uma versão embaralhada dele, diferente para cada link. Recarregar a página na mesma visita não conta de novo. O "quem" vem de você saber a quem entregou cada link. Isso foi decidido assim de propósito: a trilha existe para você auditar o seu link, não para rastrear a terapeuta. Essa trilha completa, acesso por acesso, sai no seu export enquanto existir: ela fica guardada até 90 dias depois que o link deixa de valer, e então é apagada (ver seção 10).

Os documentos (laudo, CIPTEA, PEI) e as fotos da rotina nunca entram na página de um link de terapeuta ou escola. As fotos dos passos e as vozes gravadas aparecem na tela da própria criança (no app ou pelo link que você criou para o aparelho dela) e para quem entra com a própria conta e recebeu de você a permissão de ver a rotina.

Quem cuida da criança por algumas horas

Isto depende da sexta autorização, "Quem cuida da criança" (seção 4). Você pode dar a uma babá, avó ou outra pessoa de confiança um link temporário, o "Cartão de quem cuida". Quem recebe o link não tem conta no Ponte: guardamos apenas o nome, a relação com a criança e o número de WhatsApp que você informou ao criar o link.

O que a página mostra: só o primeiro nome da criança (sem foto), os remédios ativos com dose e horários, a alimentação (favoritos, o que ela não come, bebidas e reações), os contatos para ligar, como acalmar (o que ajuda, o que evitar e os sinais de sobrecarga) e do que ela gosta. A mensagem do WhatsApp não cita a criança nem remédio. O Ponte não envia nada pelo WhatsApp: o app apenas abre, no seu próprio celular, um link wa.me ou a folha de compartilhamento do sistema, e é você quem envia. Nenhum servidor nosso manda mensagem pelo WhatsApp ou pela Meta.

Até quando vale: o link vale só até o horário que você escolher, entre 15 minutos e 24 horas, e você pode encerrá-lo antes. Se você revogar a autorização "Quem cuida da criança" em Configurações › Privacidade, qualquer link aberto deixa de funcionar na hora.

O que quem cuida pode registrar: remédio dado, refeições, observações e um pedido de ajuda, que avisa por notificação os responsáveis pela criança na sua família. O pedido de ajuda chega como "<nome de quem cuida> pediu ajuda", com a mensagem que a pessoa digitou; o remédio dado, como "<nome> deu o remédio", com o primeiro nome da criança e "agora" — nunca o nome do remédio; e a refeição, como "<nome> anotou uma refeição", com o primeiro nome da criança. Essas notificações passam pelo Firebase Cloud Messaging (seção 7).

Onde ficam os registros: na conta da família, no histórico "Dias com quem cuida", até você excluir a criança ou a conta. As observações só vão para o diário se você escolher.

Quem não vê: nada disso aparece para a escola nem para o terapeuta (as contas de colaborador deles não enxergam o cartão), e os links de profissionais não incluem esse conteúdo.

Arquivos que você gera no aparelho

O app também monta alguns arquivos no próprio aparelho. Você escolhe o destino na folha de compartilhamento do sistema — WhatsApp, e-mail, a agenda do celular, outro app:

Antes de o arquivo sair, você vê o que vai nele — na tela de conferência do resumo, ou num aviso que pede a sua confirmação. O Ponte não envia esses arquivos a servidor nenhum e não registra para onde eles foram. Depois de enviado, o arquivo fica com quem o recebeu: não tem prazo, teto de aberturas nem revogação, e revogar uma autorização não o alcança. Quem você convidou e pode ver o diário ou a rotina daquela criança também consegue gerar esses arquivos, no aparelho dele.

6. Inteligência artificial, e a saída do país

O Ponte usa inteligência artificial em cinco operações. Todas dependem de uma única autorização — "Autorizo enviar conteúdo para IA", a do adulto responsável pela criança (ver "Quando quem registra é alguém que você convidou", nesta seção). Nenhuma delas acontece se essa autorização estiver desligada: o servidor recusa a chamada antes de qualquer coisa chegar ao provedor.

As cinco são diferentes entre si, e o que sai em cada uma também é:

No registro sem IA, o texto é escrito pelo reconhecimento de voz do sistema do seu celular, fora do Ponte; em muitos aparelhos Android, esse reconhecimento é feito pelo Google.

Quando quem registra é alguém que você convidou

Quem cuida junto, a terapeuta ou a escola usam a IA pela autorização do responsável pela criança, nunca pela própria. Se ela estiver ligada, o áudio e o texto que essa pessoa gravar ou digitar no diário da criança seguem o mesmo caminho descrito acima — OpenAI para transcrever, Anthropic para estruturar — e o áudio é apagado do mesmo jeito. O áudio temporário só pode ser aberto ou apagado por quem o gravou e por você. Se a autorização estiver desligada, nada disso acontece, para ninguém que cuide daquela criança.

Se foi você quem recebeu o convite: o seu interruptor "Autorizo enviar conteúdo para IA" vale para as crianças que você mesmo cadastrou. Nas crianças de outra família, vale o do responsável por elas.

Transferência internacional de dados (art. 33 da LGPD)

A Anthropic e a OpenAI processam esses dados nos Estados Unidos. Isso significa que, na transcrição, na estruturação do diário, na prosa da consulta e no agrupamento de apoios, dados sobre a saúde de uma criança saem do Brasil. Na sugestão de passos, sai do Brasil apenas o título da atividade.

Dito com todas as letras:

Se você não quer que nada saia do país, deixe essa autorização desligada. O resto do Ponte — o diário escrito à mão, a rotina, a agenda, os documentos, o compartilhamento com terapeuta e escola, o resumo da consulta sem a prosa — continua funcionando inteiro, e sem sair do Brasil.

O que nunca vai para a IA

Os documentos (laudo, CIPTEA, PEI), as fotos, a agenda, os profissionais, os dados da sua conta e o campo do nome da criança (o nome completo e o primeiro nome cadastrados). O nome só pode ir se você mesmo o escrever num título de atividade, num rótulo de apoio ou no que fala no áudio; no rascunho do diário e no resumo da consulta ele é trocado por “a criança” antes do envio. A OpenAI recebe só o áudio, para transcrever.

O áudio

Assim que a transcrição termina, o arquivo é apagado da área temporária — na mesma chamada, tanto quando dá certo quanto quando dá errado, por qualquer caminho que a operação tome. Se o envio for interrompido antes de chegar lá (o app fechou, a conexão caiu), o arquivo pode permanecer um tempo a mais nessa área temporária antes de ser removido: uma limpeza automática roda de hora em hora e apaga o que já passou de uma hora ali, então mesmo esse caso termina em no máximo cerca de duas horas.

Em nenhum dos casos o áudio entra no seu histórico nem fica guardado junto do registro: o que fica salvo é o texto que você revisou, e apagar o registro apaga esse texto.

7. Onde os dados ficam, e quem tem acesso

O banco de dados e os arquivos ficam no Brasil, na região de São Paulo do Supabase, nosso provedor de infraestrutura. Alguns serviços ficam fora do país, cada um com um pedaço diferente: as chamadas de IA vão para a Anthropic e a OpenAI, nos Estados Unidos — dependem da sua autorização, e a seção 6 as descreve inteiras; as notificações passam pelo Firebase Cloud Messaging, do Google, também nos Estados Unidos; os relatórios de erro do aplicativo vão para o Sentry, na União Europeia; a verificação contra robôs, no cadastro e na entrada com senha, é feita pela Cloudflare, empresa dos Estados Unidos, na rede dela, que tem servidores em vários países — a seção 8 explica; e a medição de uso do aplicativo vai para o Google, nos Estados Unidos; os avisos internos de operação (por exemplo, a chegada de uma mensagem do “Fale conosco”) chegam a quem opera o Ponte pelo Telegram, com o e-mail parcialmente oculto e sem nenhum conteúdo do diário, da criança ou de saúde; e, para quem baixa o app na App Store, a Apple nos entrega apenas números agregados e anônimos (quantos downloads e visitas à página do app), sem identificar ninguém. Este site é servido pela Cloudflare, e a medição de acesso do site vai para o Google Analytics, também nos Estados Unidos — a seção 11 descreve essa parte inteira.

WhatsApp

O Ponte não manda mensagens pelo WhatsApp nem pela Meta. Ao compartilhar o link de quem cuida, o app só abre um link wa.me ou a folha de compartilhamento no seu celular; quem envia é você.

E-mail

Os e-mails do Ponte — a confirmação do cadastro, a recuperação de senha, a troca de e-mail, os convites que você manda, as mensagens da equipe do Ponte e as mensagens do “Fale conosco” — são enviados pela Resend, empresa dos Estados Unidos. Ela recebe o endereço de destino e o conteúdo de cada e-mail: no convite, o e-mail de quem convida e o de quem é convidado (o nome da criança nunca vai no convite); no “Fale conosco”, o texto que você escreveu. O que é escrito para oi@ponteapp.com.br — pedidos ao encarregado, pedidos de exclusão, respostas — também passa pela Resend e é encaminhado para a caixa de e-mail de quem opera o Ponte, no Gmail, do Google, nos Estados Unidos. Essas mensagens ficam nessa caixa enquanto forem necessárias para atender você; peça a exclusão delas pelo mesmo endereço quando quiser.

Cópia de segurança

Todo dia é feita uma cópia de segurança do banco de dados e dos arquivos (fotos, documentos, vozes gravadas), para o Ponte poder se recuperar de um defeito ou de um acidente. A cópia é cifrada antes de sair (AES-256, com uma senha que só quem opera o Ponte tem) e guardada no OneDrive, da Microsoft, na conta de quem opera o Ponte — o que pode significar servidores fora do Brasil, mas sem a senha o conteúdo é ilegível. Ficam só as 30 cópias mais recentes: cada uma é descartada depois de 30 dias.

O relatório de erro existe para descobrirmos que alguma coisa quebrou antes de você precisar avisar. Ele leva o tipo do erro, o ponto do código onde aconteceu, o modelo do aparelho e a versão do app. Não leva o que você escreveu no diário, o nome nem a data de nascimento da criança, a transcrição do áudio, o seu e-mail, nem o conteúdo das telas — isso é retirado no próprio aparelho, antes de sair.

Dentro do app, o acesso é decidido pelo banco de dados, linha a linha: cada leitura confere se você é responsável por aquela criança, ou um cuidador com aquela permissão específica. Não é uma checagem de tela.

Você pode convidar outro adulto para cuidar junto, com as permissões que você escolher. Os documentos e o identificador de notificação de cada pessoa ficam fora desse compartilhamento.

Transferência internacional: quem, onde e por quê (Resolução CD/ANPD nº 19/2024)

Resumo, por fornecedor, de quem recebe dados fora do Brasil:

Garantias: os termos de tratamento de dados de cada fornecedor, que limitam o uso à prestação do serviço, exigem segurança e confidencialidade e, no caso da OpenAI e da Anthropic, proíbem o uso para treinar modelos; e, para a IA, o seu consentimento específico e em destaque (LGPD, art. 33, VIII). Para pedir a cópia das cláusulas e termos aplicáveis a qualquer um deles, escreva para oi@ponteapp.com.br: respondemos em até 15 dias.

8. Segurança

9. Os seus direitos

A LGPD garante a você confirmação e acesso aos dados, correção, anonimização, bloqueio ou eliminação, portabilidade, informação sobre com quem foram compartilhados, e revogação do consentimento.

No Ponte, os dois principais ficam em Configurações: exportar tem tela própria, em Dados da conta; excluir é um cartão à parte, direto no painel.

Sem o app instalado, você também pode pedir a exclusão da conta por e-mail: os passos estão em ponteapp.com.br/excluir-conta.

Revogar consentimento: qualquer uma das seis autorizações, a qualquer momento, em Configurações. Para o que não tem botão, escreva para oi@ponteapp.com.br.

10. Por quanto tempo guardamos

11. Medição de uso: o aplicativo e este site

No aplicativo

Desde 3 de setembro de 2026, o aplicativo registra quais telas são abertas. Antes disso ele não media nada, e nós não tínhamos como saber o que as famílias usam, o que passa despercebido e onde o caminho trava — o que nos deixava melhorando o Ponte no escuro. A partir da versão 1.35.5 do aplicativo, também são registrados seis marcos de uso, sem conteúdo nenhum — como cadastrar uma criança ou concluir uma atividade (esta, só quando é você quem conclui nas telas de adulto) — que mostram quais partes do app as famílias realmente usam.

No modo criança, nada é medido. Enquanto o modo criança está aberto — no app ou no link do aparelho da criança —, nenhuma tela, nenhum marco e nenhuma coleta automática do Google Analytics acontece; a medição volta quando o adulto sai com o PIN ou a senha. Concluir uma atividade no modo criança não é contado como marco.

O que é enviado, e só isso: o nome da tela (por exemplo “agenda”, “diário”, “modo criança”) e o momento em que ela foi aberta; e seis marcos de uso, cada um só com o nome e o momento: uma criança foi cadastrada, uma atividade foi criada, uma atividade foi concluída, uma compra foi iniciada, uma compra foi confirmada, uma restauração de compra foi iniciada. Junto vão as informações que o serviço coleta sozinho sobre o aparelho — modelo, versão do sistema, versão do app, idioma e uma noção aproximada de região — e um identificador da instalação, que distingue um aparelho de outro sem dizer quem você é.

O que nunca é enviado: nome seu ou da criança, e-mail, data de nascimento, diagnóstico, nada do diário, nenhuma foto, nenhum documento, nenhum áudio, nenhuma palavra que você tenha escrito ou gravado; os marcos não dizem qual criança, qual atividade, qual plano nem qual valor. O nome da tela não carrega conteúdo junto — saber que alguém abriu o diário não é saber o que ele diz.

Você pode desligar. Em Configurações › Privacidade e consentimentos, o item “Ajudar a melhorar o Ponte” vem ligado e pode ser desligado a qualquer momento. Desligar interrompe a coleta inteira naquele aparelho, e não só o registro de telas. A escolha vale por aparelho, porque a medição é por instalação.

Publicidade, não. O identificador de publicidade do aparelho não é coletado, e os sinais de anúncio ficam desligados no próprio aplicativo: não veiculamos anúncios e não montamos público para anunciante nenhum.

Transferência internacional (art. 33 da LGPD): essa medição é processada pelo Google (Firebase Analytics / Google Analytics) nos Estados Unidos.

Neste site

Esta página e a página inicial de ponteapp.com.br são servidas pela Cloudflare.

Desde 2 de setembro de 2026, medimos o acesso a este site com o Google Analytics. É uma medição separada da do aplicativo: serve para saber quantas pessoas chegam aqui, por onde vieram e no que clicam — sem isso não temos como saber o que está funcionando.

Como funciona, exatamente:

O que é enviado ao Google: o endereço da página, o site que trouxe você, idioma, tipo de aparelho e de navegador, uma noção aproximada de região, e os cliques que marcamos (entrar na lista, quero testar, abrir o Grupo, abrir a Play). O endereço de IP é usado pelo Google para deduzir a região e não é armazenado no Google Analytics 4. Nunca enviamos e-mail, nome, nem dado nenhum de criança — nada disso existe neste site.

Transferência internacional (art. 33 da LGPD): o Google Analytics processa esses dados nos Estados Unidos. Os dados de evento ficam retidos por 2 meses e os de usuário por 14 meses; depois disso o Google os apaga.

A lista de espera foi encerrada em 25 de setembro de 2026, quando o Ponte chegou à Google Play, e o site não recebe mais e-mails para ela. Enquanto esteve aberta, guardamos apenas o e-mail digitado, numa planilha nossa, para avisar do lançamento — ele não é usado para mais nada. Para que o seu seja apagado, escreva para oi@ponteapp.com.br.

As fontes desta página são carregadas do Google Fonts, então o seu navegador faz uma requisição aos servidores do Google ao abrir a página.

12. Crianças e adolescentes

Os dados aqui são sobre uma criança, e o Ponte trata isso como o art. 14 da LGPD manda: o tratamento acontece com o consentimento específico e em destaque do pai, da mãe ou do responsável legal — que é exatamente quem cria a conta, aceita esta política e dá cada uma das seis autorizações, cada uma no seu momento (a de registrar ao criar a conta; a de compartilhar ao criar o primeiro link; as demais ao usar cada recurso).

O app não permite que a criança crie uma conta. No modo criança, ela pode voluntariamente concluir etapas, pedir ajuda ou pausa e indicar como está se sentindo; essas respostas ficam vinculadas à conta do responsável e às autorizações correspondentes. Nenhuma atividade é condicionada a fornecer informação além do necessário.

O ECA Digital (Lei 15.211/2025, em vigor desde 17 de março de 2026, e o Decreto 12.880/2026) protege crianças e adolescentes em produtos digitais. O que o Ponte faz a respeito:

O resumo público da nossa avaliação de riscos está em ponteapp.com.br/seguranca-infantil.

13. Mudanças nesta política

Se algo mudar, a data no topo desta página muda junto. Se a mudança alterar de forma relevante o que fazemos com os seus dados, avisaremos antes de ela passar a valer.

14. Como falar com a gente

E-mail: oi@ponteapp.com.br

Se preferir, você também pode apresentar reclamação à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), pelos canais em gov.br/anpd.